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sábado, 9 de julho de 2016



“Ora, e este é o seu mandamento: que creiamos no Nome de seu Filho Jesus Cristo e amemos uns aos outros, assim com Ele nos ordenou.” (I Jo 3:23)

Creio firmemente que este mandamento é o que está perfeitamente adequado ao Evangelho de Cristo, pois requer algo do homem que efetivamente está ao seu alcance. Crer é perfeitamente possível por ter sido dado ao homem uma medida de fé suficiente para tudo que lhe seria necessário. Todos temos uma capacidade de acreditar e, inevitavelmente, é isto que nos move. E, pela liberdade que temos, canalizamos esse potencial para o ponto que bem quisermos, de acordo com as escolhas que fizermos.

Se cremos em Jesus Cristo, cremos também no amor de Deus para conosco e, se cremos que somos amados, nos tornamos capacitados a amar ao nosso próximo, ou uns aos outros. Voltamos a experimentar do amor, que é a essência do caráter de Deus Pai, como sempre foi Sua vontade para nós.  

Este mandamento vem restabelecer a posição original destinada ao homem. Quando houve a queda no Éden, foi exatamente este o ponto que gerou o afastamento ou corte no relacionamento do homem em relação a Deus. Por acreditar numa proposta ou por dar espaço a uma semente de dúvida lançada por satanás, deixou de crer ou de confiar em Deus Pai e passou a se colocar no centro e a depender de si mesmo. Por crer numa mentira, deixou-se mover por ela e, por desconfiar dos propósitos de Deus, perdeu contato com a fonte do amor. Assim, não pôde mais manifestar o amor ágape (de Deus) nos seus relacionamentos pois, por estar no centro, seu foco era apenas egoístico. E o pior, passou a ocupar uma posição de vulnerabilidade, exatamente como era o propósito de satanás: deixar o homem sob seu domínio. Ou seja, este foi realmente o PECADO. Os demais comportamentos considerados pecados são na verdade apenas derivados. 

Nenhum homem, com base em seus próprios esforços, tem capacidade para cumprir os mandamentos de Deus e muito menos o do amor. A permanecer desconectado com Deus, não há como salvar-se das consequências estabelecidas por Deus, não há como escapar da morte eterna. Enquanto que, renascendo novamente em Cristo e por isso tendo acesso à Nova Aliança, o homem retorna à condição original, tem acesso à vida (abundante), à ressurreição, à vida eterna. Deixa a natureza adâmica e passa para a natureza “em Cristo”. Tudo isso pelo simples fato de crer no Filho de Deus! Não por ações motivadas por esforços próprios, mas sim por ações ou frutos motivados pelo coração de Deus! Jesus Cristo, pelo amor, cumpriu a lei, e nós, estando nEle ou com Ele identificados pela fé, também a cumprimos, ou seja, nenhuma condenação há sobre nós.

Quando Jesus Cristo disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, estava deixando claro que, ao contrário do que satanás sempre propõe, Ele é confiável e que através dEle a vida que havia sido perdida poderia ser restabelecida. Sua morte na cruz comprovou o amor de Deus Pai e também apresentou o caminho da reconciliação e retorno ao relacionamento perdido. Em nenhum momento Deus deixou de amar, embora seja esta a dúvida mais difícil de ser removida do coração do homem, tal a marca deixada pela crença errada.

Por isso, podemos afirmar com segurança que, uma vez removida essa marca pelo restabelecimento da fé no Filho de Deus, Jesus Cristo, alcança-se a solução para todos os problemas daqueles que tomam a decisão de nEle crer. E, crendo que por estarmos em Cristo tivemos nossa natureza mudada para “justos” e não mais “pecadores”, passamos a manifestar consequentemente comportamentos de acordo com a nova natureza. Passamos a olhar para os comportamentos errados sem darmos a eles maior importância do que à nova natureza. A nova natureza tem muito mais peso do que eventuais comportamentos errados, pois sempre iremos manifestar resultados decorrentes da natureza à qual cremos pertencer. Se estivermos manifestando um volume de comportamentos errados acima do aceitável, com certeza é porque não estamos crendo que somos justos e, com isto, estaremos dizendo que a obra de Cristo na cruz não foi suficiente nem efetiva. Nossas ações são sempre uma consequência do que cremos ou em quem cremos.

Com carinho,
Flávio e Aline
www.rosadesarom.net

sábado, 2 de julho de 2016



“Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo.” (II Coríntios 10:5)

Há neste versículo uma profunda revelação que, à luz dos registros originais, traz um entendimento literalmente libertador. Muitas traduções apresentam a obediência como sendo “a Cristo” em vez de obediência “de Cristo”. Se entendermos que somos nós que devemos obedecer a Cristo, por nós mesmos jamais alcançaremos este nível de perfeição. Entretanto, se depender da obediência manifestada por Cristo, em quem por fé estamos posicionados por identificação, aí sim teremos êxito.

Ao nascermos do ponto de vista natural, independentemente do que fazemos, somos participantes da natureza adâmica (de Adão) e, portanto, pecadores por melhor que seja nosso caráter. De outra forma, quando nos convertemos a Cristo, acontece conosco um novo nascimento que nos desliga dessa natureza adâmica e nos conecta à natureza de Cristo; nos desliga da árvore do conhecimento do bem e do mal e nos conecta à árvore da vida, que é Cristo. Esta nova natureza nos beneficia e nos livra do domínio do pecado, que foi o desligamento de Deus a partir da decisão de Adão de passar a depender, não mais de Deus (por dúvida instigada por Lúcifer), e sim de si mesmo, de onde se origina todo o comportamento egoístico.

A consciência de culpa ou de condenação que marcou de tal maneira a mente do homem ao ponto de ser, sem dúvida nenhuma, o fator responsável por todos os distúrbios de sua saúde, iniciando pelo desgaste da alma e estendendo-se inevitavelmente para todo o organismo. Suportar pressões e tentar superar desafios com base nos próprios esforços, crer que pela autossuficiência pode resolver todas as coisas, é o caminho para auto conduzir-se à morte em todos os sentidos.

De outra forma, estar em Cristo, livra-nos da consciência de culpa ou de condenação e libera-nos o acesso à ressurreição e vida eterna. Jesus Cristo, por sua obra na cruz, movido obviamente por amor, cumpriu totalmente a lei, e nós, identificados com ele em sua morte na cruz e ressurreição, alcançamos também o mesmo intento (de cumprir a lei) com a simples condição de crer nele (que ele nos ama), assim como diz o mandamento que vigora para nós hoje (I João 3:23).

Não há como controlar comportamentos carnais com a força da própria carne. Precisamos renovar nossa mente e, para renová-la, a única forma é crermos que estamos justificados por Cristo sem o peso da condenação. É crendo que somos justos que teremos comportamentos de justos. Jamais seremos justos por mecanismos de autocontrole... jamais agradaremos a Deus sob a ótica da árvore do conhecimento do bem e do mal. A reconciliação com Deus Pai é, na verdade, crer que ele nunca deixou de nos amar e que ele nunca quis que ficássemos expostos à vulnerabilidade gerada pela independência ou autossuficiência.

Crer correto gera resultados corretos!

Com carinho,

Flávio e Aline

O SEGREDO DE DAVI

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“Senhor, lembra-te a favor de Davi, de todas as suas provações. Como fez votos solenes e juramentos ao Eterno, o Poderoso de Jacó, declarando: Não entrarei na minha tenda e não me deitarei no meu leito; não permitirei que meus olhos conciliem o sono nem que minhas pálpebras repousem, enquanto não encontrar um lugar para o Senhor, uma habitação para Poderoso de Jacó.” (Salmos 132:1-5)

Todos certamente já ouviram falar coisas boas acerca de Davi, o qual foi abençoado por Deus de maneira surpreendente, tendo chegado ao ponto de ser chamado “homem segundo o coração de Deus”. E, a pergunta que poderíamos nos fazer é: Qual terá sido o segredo de Davi para acessar a tudo isto? Seria por ser ele um adorador? Seria por ele arrepender-se rápida e facilmente?

Este trecho do Salmo 132 mostra que Davi fez um voto muito especial... o de trazer de volta para Jerusalém a Arca da Aliança que por um bom tempo havia sido negligenciada numa região montanhosa. Este voto teria sido lançado por Davi durante o tempo em que Saul o perseguia por estar enciumado e temendo que Davi tomasse dele o trono de rei. Por algum motivo especial, Davi conseguiu sintonizar-se com o coração de Deus de modo a entender que Deus desejaria que a Arca, que simbolizava seu trono, estivesse posicionada em Jerusalém, no Monte Sião. Podemos dizer, então, que o segredo de Davi foi exatamente isso, ou seja, ter entendido a vontade de Deus Pai sobre onde gostaria de estar.

O que também nos chama a atenção é o fato de Davi ter sido escolhido pelo Profeta Samuel (I Crônicas 28:4) para se tornar o rei de Israel. Samuel foi direcionado para ir à casa de Jessé, da tribo de Judá, onde encontraria aquele a quem deveria ungir para essa função. De uma maneira interessante, Samuel percebe que não eram aqueles filhos de Jessé que estavam naquele momento em casa, mas sim um outro o indicado. Ao saber que Davi estava no campo, cuidando de ovelhas, Samuel mandou chamá-lo e, vendo-o, confirmou que era este a quem buscava para ser ungido como rei em substituição a Saul.

Tudo indica que Davi tinha um coração voltado a Deus desde jovem, pois desempenhava sua função de pastor de ovelhas com dedicação diferenciada. Coisas desse tipo, relacionadas com seu caráter, devem ter atraído essa unção do Profeta Samuel. Entretanto, podemos afirmar também, que o fato de Davi ter sido escolhido, da forma que foi, deve ter produzido em seu coração uma convicção do amor de Deus por ele, o que, certamente, o levou a buscar e ter uma sintonia muito mais profunda com o coração de Deus ao nível de ser tocado no sentido de valorizar a presença da Arca e desfrutar de bênçãos significativas em sua vida. Davi sabia muito bem que Deus tinha se agradado dele.

Assim, a conclusão à qual podemos chegar em relação a nós nos dias de hoje em tempos de Nova Aliança é que, da mesma forma como Davi valorizou a presença da Arca, que representava o Trono de Deus e sobre cuja tampa era o propiciatório, devemos valorizar a presença de Jesus (que é a propiciação que nos justifica) em nossa vida, casamento, família, carreira, finanças, etc. Enfim, o segredo de Davi ou a chave utilizada por Davi está perfeitamente ao nosso alcance. Devemos não só aplicá-la em nossas vidas, mas também propagá-la para que seja compreendida e se torne acessível a todos quantos se dispuserem a crer... simplesmente crer no Filho de Deus, Jesus Cristo.

Com carinho,

Flávio e Aline

domingo, 5 de junho de 2016

Por iniciativa das igrejas evangélicas em unidade de Sapiranga, foi realizado neste sábado, 04 de junho, nas dependências do Ministério Caminho de Vida, um workshop com o objetivo de tomada de conhecimento dos diversos aspectos do funcionamento da Escola da Vida, um projeto de apoio às escolas da cidade. Tendo como Coordenador Wilson Ahlert, e auxiliar Diego Santos Hugentobler, mais uma equipe nuclear com vários componentes, este projeto, que sem dúvida nenhuma vem de encontro às necessidades das escolas, precisa contar com a ajuda, intercessão e investimento de todos.























sexta-feira, 27 de maio de 2016

OVELHA OU OVELHAS PERDIDAS?

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“Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no campo as noventa e nove e vai em busca da que se extraviou, até que a encontre?” (Lc 15:4)



Este versículo faz parte da parábola conhecida como “ovelha perdida” e, caso não for lido com atenção, pode levar a conclusões não condizentes com o texto. A que estava perdida, ao ser encontrada, deixou-se conduzir sem qualquer restrição e, mais que isso, aos ombros daquele que interessou-se por ela. Seria possível imaginar várias razões para ela estar perdida, inclusive rebeldia ou inclinada a preferir a independência, mas sua reação ao ser encontrada mostrou claramente que este não foi seu posicionamento. Pelo contrário, ficou clara sua disposição em depender e andar com seu pastor.

De outra forma as noventa e nove, que “não estavam perdidas”, eram aquelas que se sentiam justas por si mesmas sem se verem com necessidade de arrependimento. Ao declarar isso, Jesus referia-se evidentemente aos fariseus e mestres da Lei que murmurando o censuravam.

Naqueles dias Jesus defrontou-se com essa triste realidade, que era nada mais que o reflexo da independência do homem, ou melhor, sua inclinação intrínseca de colocar-se no centro. E, infelizmente, esta continua sendo a posição da maioria da humanidade. Por estarem condicionados a esta conduta, deixam de acessar, gratuita e imerecidamente, às mais significativas bênçãos que se possa imaginar.

Que o Senhor abra o entendimento dos que ainda estão cegos e surdos para o Evangelho.

Com carinho,

Flávio e Aline

domingo, 22 de maio de 2016




ORAÇÃO PELA ECONOMIA

CLAMOR PELO BRASIL

Local: Em frente ao Palácio Piratini

22/05/2016

Graça e paz!

Senhor, nosso Deus e Pai, estamos diante de ti reconhecendo que a economia de nossa nação passa por um dos momentos mais caóticos de sua história...

É uma situação que se apresenta como um gigante aparentemente invencível...

Estamos reunidos aqui como igreja em unidade, reconhecendo que nosso orgulho próprio do gaúcho deve ser deixado de lado...

Estamos hoje nos humilhando, Senhor, conscientes de que não é a nossa força que deve operar, mas sim a nossa crença correta, a qual gera atitudes e resultados corretos...

Assim como Davi, queremos olhar para este problema gigante e crer que és tu, como Senhor dos Exércitos, que vai à nossa frente... E cremos que este gigante está destinado a cair! Também como Davi falou, oramos a ti, Senhor, para que ninguém se deixe abater por causa desse gigante...

Assim como diz no livro de Hebreus 4:16, estamos hoje nos achegando humildemente ao teu trono da graça, onde podemos contar com a misericórdia que precisamos, tendo a certeza de que o poder que vai nos socorrer e operar não é outro senão o teu...

É exatamente nessa condição que expressamos hoje nosso clamor a ti, nosso Deus e Pai...

Não para que simplesmente a circunstância seja mudada por ti... mas, antes de tudo, para que haja uma mudança efetiva da nossa posição como igreja no Brasil...

Pois sabemos que é a mudança da nossa posição em relação a ti que muda as perspectivas...

Clamamos, Senhor, para que se levantem líderes segundo o teu coração...

Clamamos, Senhor, pela recuperação da credibilidade do Brasil para atrair investidores...

Clamamos, Senhor, pela recuperação das empresas brasileiras, pela recuperação do nível ideal de empregos, pelo equilíbrio justo entre capital e trabalho, pelo equilíbrio entre oferta e procura de bens e serviços, por uma inflação a nível aceitável e controlada...

Clamamos, Senhor, pela recuperação dos fundos de pensão que foram lesados profundamente... pela recuperação da Previdência Social...

Clamamos, Senhor, por políticas de fomento adequadas...

Clamamos, Senhor, pela erradicação de todo espírito gerador de roubos à economia, ou seja, corrupção, vícios, enfermidades, violência, etc.

Clamamos, Senhor, para que os efeitos da operação lava jato venham moralizar a administração da coisa pública, gerando uma mentalidade de respeito aos brasileiros e à nação como um todo...

Clamamos, Senhor, por qualificação e sabedoria para os gestores públicos e privados...

Clamamos, Senhor, pela produção abundante de suprimentos para alimentar o povo brasileiro, inclusive com excedente para exportar aos países parceiros...

Clamamos, Senhor, pelo equacionamento justo e viável da dívida dos estados com a federação, especialmente o nosso estado que tem se sentido oprimido por esta dívida que aumenta em vez de diminuir...

Clamamos, Senhor, por sabedoria do alto ao nosso governador e equipe para gerir os recursos deste estado, e que possa brevemente reverter esta situação de escassez...

Clamamos, Senhor, por um governo justo em todos os níveis desta federação... governantes realmente tementes a ti...

Senhor, cremos que és misericordioso, generoso, poderoso e não há dúvida nenhuma de que tu nos amas...

Cremos, Senhor, que és a fonte de toda nossa provisão...

Nosso sonho é ver nossa nação transformada!

Por isso, Senhor, clamamos para que nossa nação venha a ser lembrada, não como a que teve a maior e mais vergonhosa crise econômica, mas sim como a nação que a partir de uma crise teve uma profunda e ampla transformação no coração do seu povo, tendo sua mente renovada...

E que, por causo disso, bênçãos sem medida passaram a acontecer... ao ponto de não permanecer nenhuma dúvida de que Jesus Cristo é o Senhor absoluto desta nação!


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Ordem de oração: 



1- Humilhação e perdão: Pr. João Oliveira (Assembleia de Deus POA); 


2- Quebra de maldição e pactos Satânicos: Pr. Abraão Ferreira (vice-Presidente Associação de Pastores de Portão); 


3- Política/Corrupção: Pr. Pedro Oliveira (Igreja Vida Nova Igrejinha/ Radio Mais FM); 


4- Pela paz e proclamação do reino de Deus: Pr. Edegar Machado (Assembleia de Deus de Canoas);


5- Família (Jovens, Educação): Pr. Carlos Azeredo (Presidente da Associação de Pastores de Esteio);


6- Igreja (presença de Deus, Heresias, evangelização, unidade, santidade): Pr. Joel Giesta (Presidente da Associação de pastores de SL); 


7- Economia: Pr. Flavio Gilberto Hugentobler (Presidente da Associação de Pastores de Sapiranga);


8- Pelo povo do Rio Grande: Pr. Leandro Shubert (Presidente da Associação de Pastores de Alvorada);


9- Pelo povo Brasileiro: Pr. Ronaldo Nogueira (Ministro do Trabalho).